sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Grande Flor Tropical

 

Olá queridos leitores do Blog Mania de Mulher!

Diariamente somos bombardeados por uma quantidade tão grande de informações, que nosso cérebro não consegue assimilar todas elas. Muitas vezes torna-se mais fácil ignorarmos certos conhecimentos, e a medida que necessitamos deles recorremos ao Google, seja pelo computador; pelo notebook; pelo tablet ou pelo celular.

Na era onde tudo é descartável, não podemos deixar de nos colocar na condição de aprendizes, pois o conhecimento é construído dia após dia, e muitas vezes, pessoas que jamais imaginamos que iriam nos ensinar algo, acabam nos trazendo coisas inéditas.

O Blog Mania de Mulher, não aborda somente beleza, estética, saúde e entretenimento. Aqui também tem cultura! Continuem lendo o artigo e confiram…

Conheci a Grande Flor Tropical, por meio da minha sobrinha de apenas 12 anos. Ela chegou em casa nos contando sobre a obra de um artista plástico, a qual a professora gostaria que os alunos tentassem reproduzir, utilizando os materiais disponíveis em suas próprias casas.

Então, essa criatura que vos escreve, muito interessada na vida escolar de sua pequena e amada sobrinha pôs-se a pesquisar na internet sobre a tal da flor. E vejam só o que aprendi:

Franz Joseph Weissmann é um artista fundamental na escultura brasileira. Sua trajetória iluminada está presente no decisivo e essencial capítulo da arte construtiva nacional, em especial, na transição do concretismo para o neoconcretismo – uma passagem que deu às artes plásticas vigor, originalidade, leveza, inventividade, que o enriquece e diferencia de todos os construtivistas. A história do concretismo no Brasil estaria incompleta sem a sua presença.

weissmann

Resumidamente, Weissmann nasceu em 1914, na cidade de Knittefeld, Áustria. Em 1921, chega ao Brasil com a família, fixando-se no interior do Estado de São Paulo. Muda-se novamente com a família para a cidade do Rio de Janeiro, no final de 1929, fugindo da crise econômica de São Paulo. Freqüenta o curso preparatório para a Escola Politécnica e trabalha com seu irmão Fritz, na fábrica Ciferal de carrocerias de ônibus, fundada por seu pai. Em 1939 ingressa na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), onde estuda Arquitetura e Pintura. Abandona a academia em 1941. Buscando um pensamento mais livre, passa a estudar no ateliê do escultor polonês August Zamoyski, entre 1942 e 1943, com quem aprende as técnicas tradicionais de escultura, usando a pedra, o barro, o gesso e o bronze.

A filha do artista, Waltraud Weissmann, relata que até o último dia seu pai insistia em criar. Nas últimas semanas de vida, mesmo recuperando-se de um infarto do miocárdio, sempre visitava o ateliê para fazer as suas maquetes. Faleceu aos 91 anos, no dia 18 de julho de 2005, em seu quarto, como queria, com vista para a lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

A escultura "Grande Flor Tropical" em aço pintado, foi criada em 1989 para o Memorial da América Latina, em São Paulo.

Os tons e as cromaticidades expressivas utilizadas por Weissmann, quando começa a trabalhar com o aço, revelam a importância da luz como um elemento que potencializa integralmente a escultura. Pois, para o artista o mundo é cor. Seja o preto fosco que absorve a luz, ou o brilhante que a reflete. O amarelo, uma cor expansiva; o verde, sinal de vida; o vermelho, como estado de paixão. A cor não é aplicada ao trabalho. Ela é intrínseca, integra. Usada para aproximar a obra do espectador, e ao mesmo tempo se relacionar com a forma livre da escultura no espaço.

Usando a Criatividade

Para fazer uma flor, inspirada na Grande Flor Tropical, usamos E.V.A., cola para E.V.A. e cola glitter para enfeitar. Esses materiais eram sobras de alguns enfeites para decorar mesas, que eu tinha feito no mês anterior para a comemoração do meu aniversário.

Eu a minha sobrinha, utilizamos como referência a imagem abaixo, pois era mais fácil de reproduzir.

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Resultado da nossa "arte" sob diferentes ângulos, rs…

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A contribuição para a arte internacional e brasileira é a dimensão pública que sua obra adquiriu. Há muitas delas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e no exterior. Esculturas e formas livres, "desenhos no espaço" — como chamava Mário Pedrosa —, dotados de plenitude geométrica e a sensível claridade das cores ativas.

Vamos deixar o orgulho e a soberba de lado e ter a humildade de nos colocarmos como aprendizes. Hoje, graças à minha pequena sobrinha, aprendi algo novo! E também treinei minhas habilidades pouco desenvolvidas no trabalho manual, rs…

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje! Super abraço aos caros leitores e até a próxima.

Fonte de Pesquisa: http://www.germinaliteratura.com.br/arsnova_josealoisebahia_dez07.htm

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