quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Preparando Jhou, Temaki e Sushi Fácil

Olá leitoras do Blog Mania de Mulher!

Não sou expert na arte da culinária japonesa, mas aprendi o básico para me aventurar na cozinha quando bate aquela vontade de fazer algo diferente. Hoje irei compartilhar com vocês um pouco do meu aprendizado que adquiri por meio de vídeos na internet e através de dicas muito úteis de uma prima que ama comida japonesa.
Certa vez essa minha prima, cujo nome é Karina, preparou Jhous deliciosos o que me motivou a tentar fazer em casa também (todos os créditos à ela! rsrsrs). Até então eu só havia feito sushis, temakis e hot roll’s,  então agarrei-me à ideia e resolvi preparar essas preciosidades ao paladar e eis aqui o resultado:

  
A primeira coisa mais importante para se preparar pratos crus é a qualidade e frescor do peixe, de outro modo o sabor não será agradável e sua experiência pode ser frustrante. Portanto, não economize na hora de comprar o peixe. Na foto 1, temos um filé fresco de salmão que comprei sem pele, praticamente pronto para ser usado. Esse pedaço, pesou 500 gramas.

Foto 1: Filé de Salmão Fresco
Um pequeno detalhe deve ser observado, ao virar o filé do peixe  seu outro lado apresenta uma região com uma carne um pouco mais escura, meio amarronzada. Essa carne deve ser retirada do filé, para que o mesmo tenha um sabor agradável. A foto 2 mostra essa região através de uma seta amarela.

Foto 2: Área a ser removida

 Com uma faca inclinada, remover a carne indicada, conforme ilustram as fotos 3 e 4

Foto 3: Cortando área indicada


 
Foto 4: Área indicada removida



Em seguida, conforme mostra a foto 5, dividi o filé em duas partes, a parte mais mais alta para fazer  Jhou Geléia e a outra para sashimis, alguns retalhos de cortes errados eu usei para rechear os sushis.

Foto 5: Filé dividido

Decidi preparar o Jhou Geléia porque nos restaurantes onde eu vou, esses enroladinhos agridoces sempre me encantam. Mas também existem os Jhou’s preparados com um “batidinho” de salmão e cebolinha sobre eles. Nos quais preparei coloquei cream cheese e geléia agridoce de pimenta (deu água na boca só de lembrar…). Achei muito mais prático preparar Jhou do que sushi.
Quando o arroz ficou pronto e já estava frio, parti para a montagem do Jhou que se deu da seguinte forma: moldei o arroz com as mãos como mostra a foto 6, cortei o peixe em fatias como se fosse sashimi, se as fatias forem grossas não será possível envolver o arroz e se as fatias forem finas demais na hora de enrolar o arroz a carne “rasga”. Encontre um meio termo, como essa foi a primeira vez que eu fiz, acabei “perdendo” algumas fatias que cortei errado, mas aproveitei elas para fazer os sushis depois.

Foto 6: Enrolando os Jhou's
 
Fazer e fotografar ao mesmo tempo é uma tarefa difícil, mas acredito que as fotos ilustram bem as etapas. Depois de enrolados, eles ficaram conforme mostra a foto 7.
 
Foto 7: Preparo do Jhou Geléia
  
Depois coloquei sobre o Jhou cream cheese e geléia de pimenta e confiram na foto 8 como ficou lindo! Ahh, o sabor ficou magnífico e rendeu 19 Jhou’s!


Foto 8: Jhou Geléia


 Preparei 3 rolos de sushis, sendo um deles recheado com salmão e cream cheese e os outros dois coloquei só salmão. Utilizei a folha da alga nori cortada ao meio para deixá-los delicados. Vejam a foto 9…

Foto 9: Preparando Sushi

A apresentação final do prato ficou assim...

Foto 10: Apresentação Final
 Ah, não posso me esquecer de mostrar os temakis! Para prepará-los temperei 2 filés de tilápia frescos e grelhei com um pouco de manteiga e azeite. Em seguida desfiei grosseiramente e acrescentei salsinha e cebolinha, esse preparo servirá de recheio para o temaki. Vejam a foto 11.

Foto 11: Recheio de Tilápia para Temaki

 Para montar o temaki, usei meia folha de alga, arroz, cream cheese e a tilápia desfiada grosseiramente. Conforme mostra a foto 12
 
Foto 12: Montando o Temaki

 Para degustar, o molho tarê sobre o temaki dá um toque especial. Vejam o resultado…

Foto 13: Temaki recheado de cream cheese e filé de tilápia grelhado



Nesse espaço, deixo para vocês o vídeo que me ajudou a aprender a preparar o jhou geleia:



E abaixo, o vídeo que ensina a enrolar o temaki:



Espero que vocês tenham gostado!!! Se gostaram curtam a página no facebook, comentem e compartilhem com seus amigos! Um grande abraço!

L E I A  T A M B É M :





sábado, 7 de março de 2015

Bolo Light de Banana Sem Farinha de Trigo

 

Olá leitoras(es) do Blog Mania de Mulher!

Nos dias atuais fala-se muito em Estilo de Vida Saudável, mas são poucas pessoas que conseguem incluir em sua rotina boas práticas que favoreçam sua saúde e bem estar. As pressões impostas pelo dia a dia somadas ao tempo escasso contribui muito para a escolha errada de comidas rápidas, que em grande parte carregam consigo poucos ou quase nenhum nutriente e muitas calorias.

Mas esse cenário alimentar pessimista pode estar longe da nossa rotina. Existem muitas receitas rápidas e práticas que podem nos salvar de uma refeição desequilibrada. Em minha busca por uma alimentação regrada, descobri essa receita muito saborosa que hoje venho compartilhar com vocês.

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Quem disse que não podemos comer bolo sem doer a consciência? Esse bolo vai na contramão dos bolos tradicionais carregados de açúcares e calorias.  Acredito ser esse bolo ideal para matar o desejo por doces e ao mesmo tempo nutrir o organismo.

Agora chega de blá, blá, blá e vamos ao que interessa! 

Ingredientes

3 ovos inteiros

1/3 xícara (chá) de azeita de oliva extra virgem

1/2 xícara (chá) uva passa ou ameixa seca sem caroço

4 bananas nanicas bem maduras

1 e 1/2 xícara (chá) de farelo de aveia (Oat Bran)

1/2 xícara (chá) quinoa

2 colheres (sopa) de fermento em pó

*Se preferir um bolo um pouco mais doce, coloque 1 colher (chá) de açúcar demerara, mas não é necessário (opcional).

Para untar a forma: margarina ligth, açúcar demerara e canela em pó.

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Preparo:

Bata no liquidificador os ovos, o azeite e o açúcar (opcional). Depois adicione a uva passa e as bananas e bata novamente.

Despeje em um recipiente o conteúdo do liquidificador e acrescente o farelo de aveia, a quinoa e o fermento em pó. Misture delicadamente com uma espátula de silicone.

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Unte uma forma de bolo inglês ou forma redonda com furo, com margarina light, açúcar e canela em pó, despeje a massa do bolo e leve ao forno pré-aquecido por 20 minutos.

Observações:

Se você não tiver quinoa, troque-a por farelo de aveia. Desta forma você deverá usar 2 xícaras (chá) de farelo de aveia ao invés de 1 e 1/2.

Se você não tiver farelo de aveia, use farinha de aveia.

Utilize as bananas bem maduras, pois é o açúcar da própria fruta e da uva passa que dará o sabor doce ao bolo.

Esse bolo é uma sugestão saudável e menos calórica para a substituição do bolo tradicional, mas lembre-se que é muito importante consultar um nutricionista.

 

Diferenças Entre Farinha de aveia e Farelo de aveia

A farinha de aveia é obtida a partir da camada mais interna do grão, enquanto o farelo de aveia é obtido da camada externa do grão.

Apesar de possuir um pouquinho mais de gordura, o farelo de aveia é menos calórico, contém menos carboidrato e tem maior percentual de proteína e fibras. Ambos auxiliam no bom funcionamento do organismo e proporcionam saciedade.

Porém, o farelo de aveia por conter alto teor de fibras solúveis, torna-se mais eficiente na propriedade de reduzir e manter os níveis de colesterol no sangue.

 

Benefícios da Quinoa

De acordo com especialistas, os benefícios da quinoa são regular o intestino, aumentar a disposição, retardar o envelhecimento, recuperar as fibras musculares, controlar os níveis de colesterol, glicemia e triglicérides no sangue, combater anemia, problemas urinários e doenças do fígado, além de prevenir a osteoporose, câncer da mama, doenças do coração e outras alterações decorrentes da carência de estrogênio na menopausa.

 

Benefícios da Uva Passa

Por conta da desidratação, os compostos da fruta que trazem benefícios para a saúde ficam mais concentrados na uva passa. Entre essas substâncias estão os fenólicos, que apresentam ações específicas no corpo. O principal efeito é atuar como antioxidante, ou seja, proteger o corpo dos radicais livres. Eles também contribuem na prevenção de doenças vasculares e de infarto, além de diminuírem a sensação se fome e contribuírem para o controle de peso.

Nela encontramos:

Fibras: ajudam no funcionamento do intestino e promovem saciedade

Potássio: importante para o equilíbrio da pressão arterial

Vitaminas do Complexo B: participam na geração de energia para as células.

Vitamina E: ação antioxidante

Vitamina K: participa no processo de coagulação sanguínea.

 

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Apresentação Samba – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Nos posts anteriores acompanhamos as apresentações de Bolero e Lambada-Zouk, realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé. Hoje, o samba está no ar e irá nos embalar com toda a sua energia através de vídeo, fotos e relatos de minha experiência pessoal.

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Antes do surgimento do samba propriamente dito, se dançava o batuque africano em filas ou em rodas com o ritmo acompanhado por palmas. O samba no Rio de Janeiro surgiu do batuque africano, de Angola e do Congo.

Depois da abolição da escravatura, se formaram basicamente duas vertentes do samba, a primeira tinha grande influência do maxixe e desse samba surgiu posteriormente o samba dançado a dois, o samba de gafieira. Na década de 40, as pessoas passaram a dançar em pares nos salões públicos, nas chamadas gafieiras ou cabarés localizados em sobrados de Botafogo, Catete e Centro no Rio de Janeiro. Por coincidência ou não, as academias mais conhecidas ficam nesses bairros.

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A segunda vertente foi a que subiu o morro, levada por problemas sócio econômicos da época, dando origem, entre outras coisas, às escolas de samba e na forma dançada ao samba-no-pé. No final da década de 20 e início da década de 30, surgiu o Samba-Enredo para acompanhar os desfiles das escolas de samba. Também apareceu o Samba-Choro que apresentou uma complexidade melódica bem mais intensa e também uma harmonia mais interessante, um derivado do choro instrumental. Surgiu também, o Samba-Canção que era uma música com uma temática sentimental e que tinha uma melodia mais elaborada.

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O samba de gafieira dançado na década de 40 é diferente do dançado atualmente. O samba de gafieira atual importou alguns movimentos que são característicos do tango argentino e incorporou também passos acrobáticos em que a dama é lançada, como por exemplo a enceradeira e o cabide.

Na foto ao lado, eu e meu namorado estamos fazendo uma pose para os flash's. É o nosso "minuto de fama", rsrs… Na realidade, essa pose vem de um passo chamado cadeirinha, que também é considerado acrobático, pelo fato dos pés não estar tocando o chão. Confiram neste link aqui, o passo a passo para a execução da cadeirinha durante a dança.

 

As academias do Rio, levaram o samba de gafieira para São Paulo na década de 1990. Em São Paulo se dançava um samba de gafieira carioca da década de 40 que, porém, não evoluiu. O samba de São Paulo é diferente do samba do Rio, é o chamado pagode paulista, que é bonito de se ver, porém tem menos passos que o do Rio.

No Rio de Janeiro existem diferenças no samba dançado nas diversas academias. De modo geral é o mesmo samba, mas podemos dividi-lo em três estilos: samba rasgado (rápido); samba lento sem ginga e com técnica apurada; e samba com ginga sem técnica apurada.

Cada estilo tem seu propósito, por exemplo: o samba rápido é melhor dançado pelas academias de samba rápido. As academias de samba lento, sem ginga, porém com técnica apurada, é onde qualquer um consegue aprender a dançar, é também uma forma de apresentar o samba para o europeu de maneira que ele possa aprender. As de samba gingado, você tem que ter o samba no sangue, para que consiga aprender e fique bonito, o que não é para qualquer um.

Verdadeiramente, o samba é o ritmo em que eu e meu namorado temos maiores dificuldades. Apesar das nossas limitações, nos saímos melhor no samba lento e somos bastante persistentes no aprendizado desse ritmo desafiador. Sim, para nós esse é um ritmo desafiador, pois em busca dos movimentos que estão guardados na memória, nos aprisionamos no mecanismo dos passos e ficamos preocupados com a execução dos movimentos, daí a dança não flui naturalmente e sem que percebamos nosso semblante se fecha em estado de concentração.

No vídeo da nossa apresentação é possível notar isso, além de várias passagens sem sincronismo do grupo, todavia, eventos como esse, proporcionados pela Escola da Dança Rafael Thomé, ajudam a evoluir nossa dança e a lidar com as nossas emoções, pois não é fácil expor-se diante do público.

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O friozinho na barriga, o medo de errar, a tensão foram nossas fiéis companheiras, rsrs. Apesar de algumas falhas, nos sentimos agradecidos pela oportunidade de nos apresentar pela primeira vez em nossa vida e muito felizes ao observar os olhares atentos dos expectadores, principalmente das crianças.

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A dança também trouxe à tona amizade da minha infância e juntamente com ela vieram as boas recordações da época (faz muiiiito tempo isso, rs…). A Claudia – veja foto abaixo – e eu, estudamos juntas a partir da 3ª série do primário até a 8ª série do ginásio. Após alguns anos, nossos caminhos se cruzaram novamente através da dança e nos tornamos parceiras no samba!

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Da esquerda para a direita: Claudia (coleguinha de infância, rs…); Ingrid; Nádia; Paula; Aline.

 

 

 

 

 

Amigos, familiares e outros alunos da escola de dança, nos prestigiaram deixando a noite mais alegre ainda.

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Foi exaustivo conciliar, família, trabalho, faculdade, namoro e ensaios para as apresentações, mas ao final de todo o sacrifício senti-me realizada por alcançar os objetivos propostos e tudo resumiu-se em duas palavras: EU CONSEGUI. Acredito que esse parágrafo, traduz o sentimento do restante do grupo também.

Continuarei nessa jornada, aprendendo e podando as arestas para que na próxima apresentação, que se dará a 1 ano, eu tenha crescido na dança e possa compartilhar com vocês minha evolução.

Parabéns à equipe pela perseverança!!!

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Da esquerda para a direita: Claudia e Eduardo; Ingrid e Darci; Nádia e André; Paula e Jádson; Aline e Claudio.

Agora, fiquem com o vídeo… Até a próxima!

Samba de Gafieira com os alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Texto sobre a história do samba extraído do site Culturamix e Dança de Salão

 

L E I A   T A M B É M

Apresentação Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

Apresentação Forró – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

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Apresentação de Zouk – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

 

Olá amigas leitoras do Blog Mania de Mulher!

Dando continuidade a saga das apresentações realizadas pelos alunos da Escola de Dança Rafael Thomé em dez/2014, eis aqui um ritmo que permite explorar ao máximo a sensualidade dos movimentos.

Zouk

Muitos o conhecem apenas como "Zouk", todavia, vou na contramão da maioria ao entender que – conforme o site Dança à Dois – o termo mais adequado seria "Lambada-Zouk". Vamos saber por que?

A origem da Lambada-Zouk

Acredita-se que o termo Lambada à Pinduca foi usado pelo Rei do Carimbó em uma música em 1976. No norte do Brasil, o termo Lambada é empregado para traduzir o açoite dado por um chicote no ar. Deu-se o nome de lambada à dança pela alusão do movimento da cintura ao movimento do chicote tangido no ar.

Quando nós do "dançaadois" usamos o título de Lambada-Zouk estamos fazendo uma opção, praticamente partidária, pois não há consenso de como rotular essa dança brasileira, mesmo entre os próprios brasileiros. Alguns ainda chamam de lambada, outros de lambada francesa, zouk, zouk brasileiro e outros, como nós, defendemos o uso de Lamba-Zouk. Segundo o coordenador do site, Roberto Mendoza, quem não usa o termo brasileiro Lambada está dando gratuitamente os créditos de uma dança brasileira para outros países. Será que os caribenhos nos deixariam chamar a Salsa de "Cebolinha Brasileira"?

Mas também não há como deixar de reconhecer que a dança Lambada deve muito à música caribenha Zouk (festa em Creole), que inspirou uma dança mais suave, cadenciada e muito mais sensual que a Lambada original, além de manter ativos os praticantes de Lambada, que se viram órfãos de música nacional para praticar, quando a música Lambada praticamente desapareceu no início dos anos 90.

A história nos mostrou que a dança foi muito mais forte do que a música. Enquanto a música durou em torno de uns três anos, a dança está aí até hoje, adaptando-se a novos parceiros musicais sempre que necessário. Assim, acertou em cheio o Tio Piu, ex-diretor artístico da Ilha dos Pescadores (RJ), que profetizou: "Enquanto o Lambadeiro viver, a Lambada jamais morrerá". E enquanto não houver novas gerações de lambada, os brasileiros vão continuar dançando uma dança nacional ao ritmo estrangeiro.

Texto extraído do site Dança à Dois.

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         Esse foi o nosso momento!!!

 

 

Nossos professores Carla e Bruno, sempre fazendo um bom trabalho com seus alunos, através de uma coreografia simples, porém bem ensaiada e envolvente. Foi a dança mais sincronizada dentre todas as demais apresentações. Nossos agradecimentos à eles.

Acompanhem nossa apresentação apresentação no vídeo abaixo.

Apresentação de Zouk – Alunos dos professores Bruno e Carla

Amigos, familiares e outros alunos também nos prestigiaram, portanto, não poderia deixá-los fora desse post, pois estamos de certa forma interligados pela dança.

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Os benefícios da dança são amplamente conhecidos, mas pouco se fala da dança como uma terapia para a alma. Com um pouco de observação podemos notar que os resultados vão muito além do bem-estar físico.

A socialização, o combate à depressão e à timidez, alegria, auto-estima elevada e disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia são apenas algumas das transformações que se nota em quem se arrisca a adentrar no mundo da dança. Ao dançar, a pessoa se desprende dos medos, preocupações, preconceitos e vê seu estilo de vida ser transformado pouco a pouco.

Mas do que técnica, é preciso sentimento, e isso o ser humano tem de sobra!

Aguardem o próximo post, pois tem samba no ar…

L E I A   T A M B É M

Apresentação de Bolero – Alunos da Escola de Dança Rafael Thomé

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